15/05/2019 15h25

Polícia Civil de Ribas do Rio Pardo prende membro de facção criminosa (PCC)

 

Policiais civis receberam denúncias anônimas sobre o paradeiro do autor, que, em tese, estaria escondido em uma Fazenda, zona rural de Ribas do Rio Pardo


Divulgação PCMS/SIG

34 tabletes, totalizando 749 g (setecentos e quarenta e nove gramas).34 tabletes, totalizando 749 g (setecentos e quarenta e nove gramas).

Na manhã desta quarta-feira (15), em cumprimento a mandado de prisão preventiva, o S.I.G. (Setor de Investigações Gerais) da Polícia Civil de Ribas do Rio Pardo, prendeu Denílson J.P.S, vulgo "Bandoleiro". Segundo apurado, Denílson estava respondendo criminalmente por tráfico de drogas, associação para o tráfico e receptação, e encontrava-se foragido.

Ocorre que policiais civis receberam denúncias anônimas sobre o paradeiro do autor, que, em tese, estaria escondido em uma Fazenda, zona rural de Ribas do Rio Pardo, especificamente na residência de familiares.

De posse dessas informações, a equipe de policiais civis percorreu mais de 30 km de estrada de terra e logrou êxito na captura de Denílson, o qual fora surpreendido enquanto dormia, por volta de 06 horas da manhã.Denílson não ofereceu resistência e foi conduzido à Delegacia.

Na unidade policial, o autor decidiu colaborar com as investigações e apontou o local exato onde estariam escondidas mais drogas, ou seja, enterradas no seu barraco, situado no Bairro Parque Estoril.

Grande quantidade de maconha enterradaGrande quantidade de maconha enterrada

Diante de tais constatações, policiais civis, na presença da Autoridade Policial, foram até o barraco indicado pelo preso e conseguiram encontrar grande quantidade de maconha enterrada, ou seja, 34 tabletes, totalizando 749 g (setecentos e quarenta e nove gramas).

No mais, conforme testemunhas, Denílson pertence à facção criminosa conhecida como "PCC" (Primeiro Comando da Capital), e dentro do "partido" é apelidado de "bandoleiro".

Denílson irá responder por tráfico de drogas, associação para o tráfico e receptação, podendo pegar mais de 20 anos de prisão.

PCMS/SIG

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